O mundo sombrio de Sabrina Netflix Crítica da série

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O mundo sombrio de Sabrina esta incrível

 

Feliz Halloween, galera! Quase na véspera de um dos melhores feriados do ano a Netflix nos dá esse presentão, que maravilha né?

Se você viveu os maravilhosos anos 90, deve lembrar da sitcom ‘Sabrina: A Aprendiz de Feiticeira’ – que além de uma série também era um desenho animado.

O Mundo Sombrio de Sabrina’, que chega nessa sexta na Netflix, é uma espécie de remake, e conta com o talento da equipe criativa de “Riverdale”, uma das séries queridinhas do ano.

E essa adaptação de Sabrina não é lá tão descontraída quanto a original não, viu? Tem uma vibe meio American Horror Story, com rituais sombrios, necromancia, pentagramas e várias referências bem obscuras. Ficou interessado?

Vamos lá: a nossa protagonista é uma jovem estudante do ensino médio, metade bruxa metade humana. Tem uma família querida, amigos, e um namorado que não suspeita de nada. É uma menina normal com uma vida normal até aí.

A narrativa se desenvolve a partir de uma escolha que ela tem que fazer no seu aniversário de 16 anos: ou segue sendo uma humana comum, ou entra para a Igreja da Noite e vira uma serva e adoradora do tinhoso.

Ela é influenciada a seguir o caminho das trevas pelas suas tias e seu primo, todos bruxos, mas fica dividida por dois motivos: seu namorado humano e sua liberdade de expressão, que ela essencialmente deixaria de ter com essa “conversão” ao mundo da bruxaria.

Vibe em o Mundo sombrio de Sabrina

A série, até por ter uma vibe relativamente madura, consegue inserir humor negro com certa tranquilidade em praticamente todos os diálogos: a cada dez palavras, três são “glória a satanás!”, de um jeito bem descontraído.

Ao invés de chegar ao ponto de ser uma caricatura ou um exagero, o comprometimento da história com o ocultismo, com fantasmas e tumbas em todos os cantos dos cenários, é verdadeiramente admirável.

Outra coisa que é admirável em O Mundo Sombrio de Sabrina é a forma como ela parece ser um clássico atualizado.

Clássico porque em alguns momentos você tem certeza de que ela é ambientada nos anos 90 – ou até um pouco antes, já que o cenário, as casas, os carros, as roupas são totalmente retrô.

Chega a dar nostalgia, sabe? Mas também é atualizado porque aborda assuntos como liberdade de expressão e até feminismo jovem.

O elenco é bastante variado e, claro, talentoso, desde Sally Draper , que encarna a nossa protagonista, até sua família totalmente disfuncional e cheia de personalidades únicas.

A história é fácil de digerir e se desenvolve rápido, com vários momentos de tensão, que te dão vontade de assistir o próximo episódio o quanto antes.

Ao mesmo tempo, cada episódio consegue ser agradável por conta própria, e não por ser apenas um elo de uma longa e desgastante narrativa. E são só dez deles, então não tem desculpa, né? Pode mandar ver, e depois vem me contar o que achou!

 

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